Tópico 1 – Diagnóstico Precoce de Gestação (28 a 35 dias)
A ultrassonografia transretal tem se consolidado como a principal ferramenta para diagnóstico precoce de gestação em bovinos, oferecendo vantagens como a antecipação de decisões reprodutivas, diminuição do intervalo entre partos e aumento da taxa de prenhez ao primeiro serviço. Embora estruturas anecoicas indicativas da vesícula embrionária possam ser observadas já entre 12 e 14 dias, e o embrião seja identificável entre 19 e 24 dias, o diagnóstico em modo B é recomendado apenas a partir de 28 a 30 dias, período em que a sensibilidade e a acurácia na visualização do concepto atingem 100% (PUGLIESI et al., 2017).
Principais achados ultrassonográficos
Presença de vesícula embrionária: estrutura anecogênica (preta), arredondada, visível dentro do corno uterino gestante.
Embrião visível: pequeno ponto ecogênico (branco) dentro da vesícula, com 3 a 4 mm.
Batimentos cardíacos embrionários: observáveis mais facilmente a partir do 30º dia com aparelhos de boa qualidade. Permite provar a viabilidade embrionária.
Corpo lúteo funcional no ovário ipsilateral: frequentemente sólido, podendo ser cavitário (NOGUEIRA et al., 2022).
VÍDEO 29: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação bovina de 28 dias.
Na imagem, é possível identificar a presença de líquido no útero (tom anecoico), correspondente ao líquido alantoico/amniótico em formação, circundada pelo endométrio uterino.
Aos 28 dias, o embrião propriamente dito já pode começar a ser visualizado como uma pequena estrutura ecogênica no interior da vesícula, ainda sem batimento cardíaco facilmente perceptível ao Modo B.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F5.0/D4.6, G52/FR93, IP5/DR90.
VÍDEO 30: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação de 28 dias.
Na imagem, é possível identificar a presença de líquido no útero (tom anecoico), correspondente ao líquido alantoico/amniótico em formação.
O embrião é visualizado como uma pequena estrutura ecogênica no interior da vesícula (na parte de baixo da tela).
Não foi possível detectar o batimento cardíaco.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR31, IP5/DR90.
VÍDEO 31: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação de 28 dias.
Na imagem, é possível identificar a presença de líquido no útero (tom anecoico), correspondente ao líquido alantoico/amniótico em formação, circundada pelo endométrio uterino.
O embrião é visualizado como uma pequena estrutura ecogênica no interior da vesícula (acima na tela).
Também foi possível detectar o batimento cardíaco.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F5.0/D4.6, G52/FR93, IP5/DR90.
VÍDEO 32: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação de 28 dias.
Na imagem, é possível identificar a presença de líquido no útero (tom anecoico), correspondente ao líquido alantoico/amniótico em formação, circundada pelo endométrio uterino.
O embrião é visualizado como uma pequena estrutura ecogênica no interior da vesícula (acima na tela).
Também foi possível detectar o batimento cardíaco.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F6.5/D4.6, G52/FR93, IP5/DR90.
VÍDEO 33: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação bovina de 28 dias — visualização do embrião e atividade cardíaca.
Observa-se a vesícula embrionária (estrutura anecoica alongada, correspondente ao líquido alantoico/amniótico) contendo o embrião, visualizado como estrutura ecogênica bem definida na porção superior da vesícula.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F5.0/D4.6, G52/FR93, IP5/DR90.
VÍDEO 34: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação bovina de 28 dias — visualização do embrião e atividade cardíaca.
Observa-se a vesícula embrionária (estrutura anecoica alongada, correspondente ao líquido alantoico/amniótico) contendo o embrião, visualizado como estrutura ecogênica bem definida na porção superior da vesícula.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F5.0/D4.6, G52/FR93, IP5/DR90.
VÍDEO 35: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, sugestivo de gestação bovina de 28 dias
Observa-se a vesícula embrionária (estrutura anecoica alongada, correspondente ao líquido alantoico/amniótico), porém não é possível visualizar o embrião.
É possível visualizar o corpo lúteo no final do vídeo.
Como o embrião não foi encontrado, não é possível afirmar que a vaca está gestante.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F6.5/D4.6, G52/FR93, IP5/DR90.
VÍDEO 36: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação bovina de 30 dias — visualização do embrião e atividade cardíaca.
Observa-se a vesícula embrionária (estrutura anecoica alongada, correspondente ao líquido alantoico/amniótico) contendo o embrião, visualizado como estrutura ecogênica bem definida na porção superior da vesícula.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F6.5/D4.6, G52/FR93, IP5/DR90.
VÍDEO 37: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação de 40 dias.
Na imagem, é possível identificar a presença de líquido no útero (tom anecoico), correspondente ao líquido alantoico/amniótico em formação, circundada pelo endométrio uterino.
O embrião é visualizado como uma estrutura ecogênica no interior da vesícula, maior que os embriões de 28 dias.
Também foi possível detectar o batimento cardíaco.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR93, IP5/DR90.
VÍDEO 38: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação de 35 dias e presença de corpo lúteo.
Na imagem, é possível identificar a presença de líquido no útero (tom anecoico), correspondente ao líquido alantoico/amniótico em formação, circundada pelo endométrio uterino.
O embrião é visualizado como uma estrutura ecogênica no interior da vesícula.
Também foi possível detectar o batimento cardíaco.
Ao final, é possível visualizar ovário contendo corpo lúteo.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR93, IP5/DR90.
Impacto do diagnóstico precoce
A identificação precoce permite:
Separação imediata de vacas gestantes e vazias;
Reprotocolar vacas não gestantes rapidamente;
Encaminhar prenhas para lotes nutricionais distintos;
Melhorar a eficiência da estação de monta e do repasse com touros.
Esse tipo de manejo está diretamente associado a aumentos de produtividade e rentabilidade nas fazendas de corte e leite (BÓ et al., 2019; DA SILVA, 2022).
Tópico 2: Diagnóstico de Gestação aos 45 Dias
Aos 45 dias de gestação, o diagnóstico já pode ser feito através de palpação retal ou ultrassonografia.
Principais achados ultrassonográficos
Embrião com tamanho maior e melhor definição morfológica com cabeça, membros e corpo distinguíveis.
Presença de membrana amniótica.
Líquido amniótico abundantemente anecogênico, preenchendo totalmente a vesícula embrionária.
Batimentos cardíacos: Observáveis mais facilmente com aparelhos de boa qualidade. Permite provar a viabilidade embrionária.
Corpo lúteo ainda presente e funcional.
Esses sinais confirmam não apenas a prenhez, mas também a viabilidade embrionária. Perdas embrionárias podem ocorrer entre o diagnóstico precoce e a confirmação da gestação, o que justifica a importância do exame nessa fase (PUGLIESI et al., 2017).
VÍDEO 39: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação de 45 dias.
Na imagem, é possível identificar a presença de líquido no útero (tom anecoico), correspondente ao líquido alantoico/amniótico em formação, circundada pelo endométrio uterino.
O embrião é visualizado como uma estrutura ecogênica no interior da vesícula, maior que os embriões de 35 dias.
Já é possível diferenciar cabeça e corpo.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR31, IP5/DR90.
Tópico 3: Diagnóstico de Gestação aos 60 Dias (Confirmação)
Aos 60 dias de gestação, a ultrassonografia permite uma avaliação mais robusta da viabilidade fetal e da manutenção da prenhez. Esse exame é conhecido como confirmação de gestação, pois ocorre após o período de maior vulnerabilidade a perdas embrionárias e fetais precoces, que se concentram nessa fase pós-fertilização.
A confirmação gestacional é uma etapa crítica em sistemas de reprodução intensiva, como IATF e FIV, pois oferece segurança para:
- Separar definitivamente as vacas gestantes para manejo nutricional adequado;
- Identificar perdas embrionárias que passaram despercebidas no exame anterior;
- Evitar investimentos desnecessários em fêmeas não gestantes;
- Programar o calendário de secagem, partos e reavaliações reprodutivas.
Principais achados ultrassonográficos
Feto visível com morfologia bem definida, medindo entre 20 e 40 mm.
Batimentos cardíacos rítmicos com movimento corporal espontâneo.
Formação evidente da placenta (cotilédones e carúnculas) como estruturas ecogênicas bem distribuídas.
Cordão umbilical visível.
Nesse período já é possível fazer a sexagem fetal (NOGUEIRA et al., 2022).
VÍDEO 40: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação de 57 dias.
Na imagem, é possível identificar claramente o corpo do feto, podendo diferenciá-lo da cabeça.
Também é possível ver os membros anteriores e posteriores, cavidade torácica e abdominal.
É possível diferenciar o sistema digestivo dentro do feto, em tonalidade anecoica.
Os batimentos cardíacos também são vistos.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR31, IP5/DR90.
Tópico 4: Diagnóstico de Gestação aos 90 Dias
A avaliação ultrassonográfica da gestação aos 90 dias pós-inseminação é um recurso adicional em rebanhos que adotam manejos reprodutivos intensivos e bem estruturados. Nesse momento, a gestação já está consolidada, e o feto apresenta tamanho suficiente para avaliação anatômica mais detalhada, o que contribui para o monitoramento do desenvolvimento fetal e confirmação definitiva da gestação.
Além disso, esse exame ainda permite realizar a sexagem fetal, apesar de não ser a melhor época para isso.
Principais achados ultrassonográficos
Presença do feto com 8 a 12 cm, com estrutura corporal bem definida: cabeça, membros, costelas, abdômen e olhos visíveis.
Movimentos fetais espontâneos, como flexão das extremidades e movimentação cervical.
Batimentos cardíacos facilmente visualizados, podendo ser monitorados em tempo real.
Cordão umbilical claramente identificado e com fluxo visível, caso Doppler seja utilizado.
Placenta bem formada, com cotilédones ecogênicos aderidos às carúnculas uterinas.
VÍDEO 41: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação de 90 dias.
Aos 90 dias de gestação, o feto bovino já apresenta estruturas anatômicas bem mais definidas que nas fases iniciais, é possível identificar claramente a cabeça, coluna vertebral, costelas, membros e órgãos como o estômago (estrutura anecoica no abdome fetal).
Nessa fase, devido ao tamanho já considerável do feto, geralmente não é mais possível visualizar a estrutura fetal inteira num único plano de imagem.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR31, IP5/DR90.
VÍDEO 42: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação bovina com mais de 90 dias.
Na imagem, é possível identificar claramente a cabeça, coluna vertebral, costelas, membros e órgãos como o estômago (estrutura anecoica no abdome fetal).
Destaca-se também a presença de placentomas, estruturas ecogênicas arredondadas/ovaladas e presença de batimentos cardíacos.
Nessa fase, devido ao tamanho já considerável do feto, geralmente não é mais possível visualizar a estrutura fetal inteira num único plano de imagem.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR31, IP5/DR90.
Tópico 5: Sexagem Fetal em Bovinos
A sexagem fetal por ultrassonografia é uma ferramenta consolidada na reprodução bovina moderna. Permite identificar o sexo do feto de forma não invasiva, precoce e confiável, com reflexos diretos na tomada de decisões estratégicas, como o destino de receptoras, o planejamento genético, a organização de lotes e o mercado de bezerros (NOGUEIRA et al., 2022).
Trata-se de uma técnica amplamente usada em programas de transferência de embriões (TE), fertilização in vitro (FIV) e rebanhos com inseminação artificial em tempo fixo (IATF).
Período ideal para sexagem fetal
Segundo Nogueira et al. (2022), a sexagem ultrassonográfica pode ser realizada entre 55 e 120 dias de gestação, com maior precisão entre 55 e 70 dias. Após os 90 dias, a movimentação fetal e o posicionamento uterino dificultam a visualização anatômica ideal da genitália externa.
Técnica e achados ultrassonográficos
A técnica se baseia na identificação do tubérculo genital, estrutura embrionária que migra em sentido anterior nos machos, posicionando-se posteriormente ao cordão umbilical, e em sentido posterior nas fêmeas, ventralmente à base da cauda (NOGUEIRA et al., 2022).
IMAGEM 9: Imagem ultrassonográfica ilustrando os marcos anatômicos de referência utilizados na sexagem fetal bovina.
Na imagem, estão demarcadas as estruturas de referência necessárias para essa avaliação: as pernas (membros pélvicos, usados para orientar o plano de corte e localizar a região perineal), a cauda (ponto de referência cranial) e o umbigo (ponto de referência caudal). A relação espacial entre a posição do tubérculo genital e esses dois marcos (cauda x umbigo) é o que define o diagnóstico do sexo fetal.
Para realização da sexagem fetal é importante que o examinador movimente a probe cranialmente e lateralmente até encontrar o feto. Em seguida deve realizar movimentos com a probe para que consiga gerar uma imagem adequada para visualização do tubérculo genital, como nas imagens a seguir:
Feto macho: O tubérculo genital está posicionado próximo ao cordão umbilical (anteriormente).
Feto fêmea: Tubérculo genital localizado na região caudal, próxima à inserção da cauda
IMAGEM 10: Imagem ultrassonográfica comparativa ilustrando o diagnóstico de sexagem fetal bovina pela localização do tubérculo genital.
O tubérculo genital (estrutura hiperecogênica semelhante a dois grãos de arroz) apresenta migração diferencial conforme o sexo do feto durante a janela ideal de sexagem (aproximadamente 55 a 70 dias de gestação):
Macho (imagem à esquerda): o tubérculo genital migra cranialmente, posicionando-se próximo ao umbigo — dará origem ao pênis/prepúcio.
Fêmea (imagem à direita): o tubérculo genital permanece em posição mais caudal, próximo à cauda — dará origem ao clitóris.
Fatores que interferem na acurácia, segundo Nogueira et al. (2022)
- Excesso de conteúdo retal (fezes, gases);
- Posição desfavorável do feto;
- Equipamentos com baixa resolução;
- Inexperiência do operador.
Por isso, é fundamental que a sexagem seja realizada por médico-veterinário treinado, com conhecimento da técnica e domínio da anatomia fetal (PUGLIESI et al., 2017).
Sexagem Fêmea
VÍDEO 43: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação bovina de aproximadamente 60 dias, com sexagem fetal indicando fêmea.
Na imagem, é possível identificar claramente o tubérculo genital próximo à cauda (entre 1min41s e 1min49s do vídeo) — achado compatível com feto fêmea.
Além disso, observam-se outras estruturas anatômicas já bem definidas nessa fase: cabeça, membros, cauda, estômago e batimento cardíaco.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR31, IP5/DR90.
VÍDEO 44: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação bovina de aproximadamente 60 dias, com sexagem fetal indicando fêmea.
Na imagem, é possível identificar o tubérculo genital próximo à cauda (após 2min30s do vídeo) — achado compatível com feto fêmea.
Além disso, observam-se outras estruturas anatômicas já bem definidas nessa fase: cabeça, membros, cauda e estômago.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR31, IP5/DR90.
Sexagem Macho
VÍDEO 45: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação bovina de aproximadamente 60 dias, com sexagem fetal indicando macho.
Na imagem, é possível identificar claramente o tubérculo genital próximo ao umbigo (aos 25 segundos do vídeo) — achado compatível com feto macho.
Além disso, observam-se outras estruturas anatômicas já bem definidas nessa fase: cabeça, membros, cauda, estômago.
Também é possível visualizar a presença de corpo lúteo.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR31, IP5/DR90.
VÍDEO 46: Imagem ultrassonográfica transretal em Modo B, evidenciando gestação bovina de aproximadamente 60 dias, com sexagem fetal indicando macho.
Na imagem, é possível identificar claramente o tubérculo genital próximo ao umbigo (aos 25 segundos do vídeo) — achado compatível com feto macho.
Além disso, observam-se outras estruturas anatômicas já bem definidas nessa fase: cabeça, membros, cauda, estômago.
Equipamento: Mindray M6Vet. Transdutor 6LE5Vs (linear retal). Parâmetros: F8.0/D4.6, G52/FR31, IP5/DR90.